Elementos de Particularidades em imagens, citações, insights, composições, pinturas... e o que demais virá
sábado, setembro 30, 2006
sábado, setembro 23, 2006
sexta-feira, setembro 22, 2006
quinta-feira, setembro 21, 2006
quarta-feira, agosto 30, 2006
Sempre
que digam que cá estou, estarei sempre lá...
no lugar sem nome que sempre desejei e onde nunca estive...
ou tive...
já que só tive o que não possuí...
possesso de algo que se diluiu...
como um dado que tem seis pintas e doze faces...
e rola no pano verde do infinito...
feito areia liquida... que chove... na penumbra do aqui e agora sempre adiado...
inevitávelmente ali e depois... sempre acabado...
no lugar sem nome que sempre desejei e onde nunca estive...
ou tive...
já que só tive o que não possuí...
possesso de algo que se diluiu...
como um dado que tem seis pintas e doze faces...
e rola no pano verde do infinito...
feito areia liquida... que chove... na penumbra do aqui e agora sempre adiado...
inevitávelmente ali e depois... sempre acabado...
vultos

acenam-me á passagem pelo palco da legitimidade...
atropelam-se em estretores epilépticos... e berram...
dizem que a carneirada confinada ao redil eleitoral (ou não)
lhes proporcionou o legitimo ostentar do esgar condicente
com o prometido em "campanhas" idas, legitimadas
por legislação avulsa... dizem-se constitucionalmente
donos do valor que aparentam... ainda que as promessas
de outrora se pulverizem e consubstanciem pasmo, descrédito,
ódio, magoa... apodrecemos entre os dejectos totalitários das
associações, dos interesses mesquinhos
de quem tem lugar cativo algures...
domingo, agosto 27, 2006
inveja

A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo.
Para ser popular é indispensável ser-se medíocre.
Oscar Wilde
preciosidades

"Definitivo, como tudo o que é simples: a nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram"
Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, agosto 23, 2006
quando
domingo, agosto 20, 2006
axioma
Se eu não tenho sobre mim próprio o direito de
matar, quem o concedeu à sociedade ?
Sénancour , Étienne
matar, quem o concedeu à sociedade ?
Sénancour , Étienne
quinta-feira, agosto 10, 2006
se
sábado, agosto 05, 2006
Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmo
Welles , Orson
Uma probabilidade razoável é a única certeza
Howe , Samuel
Welles , Orson
Uma probabilidade razoável é a única certeza
Howe , Samuel
quinta-feira, julho 27, 2006
. . .
quarta-feira, julho 26, 2006

" Porque choram os teus olhos, diz
Porque tens medo do mar
Porque vives de ilusão e é fria a tua mão
E dizes sempre não
O que foi que o mar levou de ti
Com que ondas te enganou
Que esperança te roubou
Angústia te rasgou
Maria lua, dançando nua
No chão da rua
Maria, Maria vida fria
Maria mar, Maria amor, Maria paz
Maria tanto faz
Porque choram os teus olhos, diz
Porque tens medo do mar
Por um barco que não vem
Tua cama foi de cem
Teu corpo de ninguém
Em teu rosto de criança estão
Dois cardos de solidão
Na tua carne de mulher
As noites de quem quer
Maria lua, dançando nua
No chão da rua (...)"
José Nisa
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